Banidos do mundo Globalizado


Matéria de Cândido Grzybowski do IBASE

http://ibase.br/pt/opiniao/banidos-no-mundo-globalizado/

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Sobre jorgesapia

Abduzido pela folia foi tentar entender esse fenômeno no bacharelado de Ciências Sociais da UFF e no Mestrado em Sociologia do IUPERJ. Com sua identidade secreta dá aulas de sociologia, cultura brasileira e Teoria Social do Carnaval em diversas instituições. Entre um semestre e outro, despede-se de seus alunos com um Meu Bem, Volto Já, saudação que acabou dando nome ao bloco que fundou no Leme. Durante o reinado de Momo compõe sambas para diversos blocos da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
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9 respostas para Banidos do mundo Globalizado

  1. jorgesapia disse:

    É a luta da alegria contra a melancolia.

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  2. Christie Rodrigues disse:

    Por conta dessa realidade, existem muitos movimentos antiglobalização que, apesar do nome, não lutam necessariamente pelo fim da Globalização, mas sim para que ela ocorra de uma forma diferente, em que haja a inclusão das classes sociais menos favorecidas e que o conhecimento e os bens de consumo não sejam privilégio de poucos.
    Muito bom texto professor!

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  3. Ana Carolina Feghali disse:

    Sim, professor, sem dúvida! Obrigada pelo ótimo texto e por nos incentivar a reflexões tão importantes.

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  4. jorgesapia disse:

    Não vamos deixar de perceber que a grande massa está excluída desse processo.

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  5. Ana Carolina Feghali disse:

    Todas as nossas discussões em sala de aula sobre o sistema de inclusão e exclusão sociais, juntamente com a reflexão que esta matéria proporciona, me remeteram ao que descreve Giddens sobre as consequências da modernidade não terem sido as esperadas. A globalização trouxe para a nossa realidade consequentes intensificações das exclusões que, de fato, não estavam nos planos traçados – pelo menos não nos planos da grande massa da população que se encantou pelo lado bom do mundo moderno e globalizado. Ao invés do progresso, o retrocesso… até porque, enquanto dependermos daqueles que tem interesses no fracasso do sistema, estamos e continuamos perdidos.

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  6. jorgesapia disse:

    Pois é Débora, estamos vivenciando um sistema de exclusão para parece repor e legitimar a “banalidade do Mal” como discute, em outro contexto, Hanna Arendt.Abraços

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  7. Debora Nunes disse:

    Uma “civilização” que não promove os direitos, a ética e a cooperação é intolerante e castradora. Mantém os excluídos desde tempos imemoriais com impedimentos de todas as ordens.O discurso é um e a prática é outra. Através do processo de exploração e exclusão os procedimentos da máquina da barbárie da globalização se estabelecem travestidos de políticas públicas para o bem estar social.
    Sua aluna,Débora Nunes.

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  8. jorgesapia disse:

    Oi Wellington, que bom vê-lo por aqui. Se puder, dê uma leitura no artigo que acabou de ser publicado pela UERJ-TECAP. Narradores e narrativas do Carnaval Carioca. Divulgue e participe indicando material das questões que nos preocupam. ABraços.

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  9. Ótima dica de texto Jorge tem muito o que se pensar, grande abraço.

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