Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional na Escola Naval-RJ

Prezados, Julianna Weydt Duarte, nossa colega em Seminário de Pesquisa, disponibilizou a informação  do Congresso sobre Defesa Nacional que acontecerá no RJ em Julho de 2016.

XIII Congresso Acadêmico sobre Defesa Nacional aqui no Rio de Janeiro na Escola Naval.
http://www.defesa.gov.br/ensino-e-pesquisa/defesa-e-academia/congresso-academico

 

Escola de Atenas. Afresco de Rafael

Escola de Atenas é um afresco de Rafael que reúne importantes filósofos gregos da Antiguidade. Foi pintado no Vaticano para o Papa Júlio II em 1510. Destacam-se no centro “as figuras de Platão, que aponta para o alto e segura o texto do Timeu, e de Aristóteles que aponta para o chão e tem em suas mãos a Ética” (Marcondes, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-Socráticos Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. P.146)ESCOLA DE ATENAS  RAFAEL

Foucault contra si mesmo.

Foucault Contra Si Mesmo (2014)

A Teoria das Quatro Causas de Aristóteles

1) Causa material ou substancial
2) Causa formal, diz respeito à forma da essência.
3) Causa eficiente
4) Causa final.

Oficina de Filosofia

…temos que examinar as causas, quais e quantas são. Dado que o objeto desta investigação é o conhecer e não acreditamos conhecer algo se antes não estabelecemos em cada caso o “por quê” (que significa captar a causa primeira), é evidente que teremos que examinar tudo que se  refere à geração e à destruição e a toda mudança natural, a fim de que, conhecendo seus princípios, possamos tentar fazer referência a eles em cada uma de nossas investigações.

Neste sentido se diz que é causa (1) aquele constitutivo interno de que algo é feito, como por exemplo o bronze a respeito da estátua ou a prata a respeito da taça, e os gêneros do bronze ou da prata. [É a causa material.]

Em outro sentido (2) é a forma ou o modelo, isto é, a definição da essência e seus gêneros (…) e as partes da definição. [É a causa…

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Alegoria da caverna segundo José Saramago.

Texto: A alegoria da caverna – A República (514a-517c)

http://www.usp.br/nce/wcp/arq/textos/203.pdf

– No livro VII da República, Platão desenvolve a célebre Alegoria da Caverna. “Sócrates: Imaginemos que existam pessoas morando numa caverna. Pela entrada dessa caverna entra a luz vinda de uma fogueira situada sobre uma pequena elevação que existe na frente dela. Os seus habitantes estão lá dentro desde a infância, algemados por correntes nas pernas e no pescoço, de modo que não conseguem mover-se nem olhar para trás, e só podem ver o que ocorre à sua frente. (…) Naquela situação, você acha que os habitantes da caverna, a respeito de si mesmos e dos outros, consigam ver outra coisa além das sombras que o fogo projeta na parede ao fundo da caverna?”  (PLATÃO. A República. São Paulo: Editora Scipione, 2002. p. 83).

A alegoria permite uma leitura epistemológica, preocupada com  a compreensão do surgimento do conhecimento humano e, ao mesmo tempo,  uma interpretação pelo ponto de vista político, isto é, sobre aquele que atinge as ideias verdadeiras que permitiram um bom governo.

No link uma leitura interessante da Alegoria por Saramago