POESIA MARGINAL


Maria Vitoria abriu frestas, portas e janelas para a poesia marginal contemporânea. Agradeço e compartilho.

Estranhamente

Há tempos, bem sabemos que a poesia é mais do que versos, estrofes, métricas, redondilhas, decassílabos, simétrica, lírica e por aí vai…

Bem sabemos também que todos os loucos são poetas e que todos os poetas têm um tanto de artista. Mas, o que vem a ser de fato poesia? Poesia falada? Poesia escrita? Poesia marginal? Poesia?

Pensando em poesia, há tempos ando rondando as rodas poéticas periféricas, atrás de um tiro no peito. Já que sou dura como rocha e fria como gelo. Assim sendo, creio eu de forma convicta que as periferias têm muito mais poesia do que as páginas de um livro antigo e extremamente aplaudido. Veja bem, não desmereço, nem ao menos faço pouco caso dos grandes poetas, muito pelo contrário, eu os venero, afinal, os grandes foram mares para minhas braçadas tão pequenas. Mas, nos tempos da famigerada ”GERAÇÃO WIFI”, muitos artistas…

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