Lista de filmes e documentarios sobre carnaval divulgada pelo Opinião e Notícia

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Alô, Alô Carnaval.

O filme de 1936 conta a história das dificuldades de dois produtores em custear a revista musical Banana da Terra. No elenco, nomes como Oscarito, Jorge Murad, Francisco Alvez, Lamartine Babo, Almirante e Carmen Miranda.

Favela dos Meus Amores.  Primeiro filme a retratar a vida nessas moradias pobres e a contar a história de uma escola de samba. A Portela participou do filme tanto na criação das cenas, como contagiando com o seu samba.

Carnaval Atlântida: Xenofontes (Oscarito), um sisudo professor de mitologia grega, é contratado por um produtor como consultor da adaptação do clássico “Helena de Tróia” para o cinema. Só que dois empregados do estúdio sonham transformar o épico grego numa comédia carnavalesca.

O samba que mora em mim. A história do documentário é ambientada no Morro de Mangueira, no Rio de Janeiro, no período de pré-carnaval. O ponto de partida é a quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, lugar do reencontro da diretora Georgia Guerra-Peixe com sua própria história. O documentário, em primeira pessoa, conta o que o carnaval significou na vida e na família da diretora.

Mulatas: um tufão nos quadris.  Documentário conta a história de passistas do Carnaval carioca. Direção: Walmor Pamplona. Duração: 90 min. Classificação: livre.

Orfeu do carnaval. Primeira versão cinematográfica da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes, Orfeu Negro transpõe o mito grego de Orfeu e Eurídice, uma trágica e bela história de amor, para os morros do Rio de Janeiro, durante o Carnaval. Consagrado no mundo inteiro, tendo recebido muitos prêmios, incluindo a Palma de Ouro em Cannes e o Oscar de Filme Estrangeiro, o filme foi também um dos marcos fundadores da bossa nova, trazendo músicas clássicas do gênero assinadas por Tom Jobim, Vinicius, Luiz Bonfá e Antônio Maria, como “A Felicidade”, “Manhã de Carnaval” e “O Nosso Amor”.

Orfeu. Esta é mais uma versão da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes, para o cinema. Desta vez com a direção de Cacá Diegues e com música de Caetano Veloso, tendo como protagonistas Toni Garrido e Patrícia França.

Ôdiquê: Três amigos de classe media precisam arrumar dinheiro para passar o carnaval na Bahia. Com a ajuda de um amigo de classe alta eles acabam se envolvendo em uma noite de roubo e sequestro em uma trama eletrizante.

Mataram meu gato: O documentário mostra o processo de remoção e transferência das favelas cariocas de 1960, no Complexo da Maré, a partir da história da escola de samba Gato de Bonsucesso. Além disso, enfoca a realidade das escolas que estão fora da elite do Carnaval carioca, que desfila na Marquês de Sapucaí.

Isto é Noel, de Rogério Sganzerla, é um ensaio documental sobre a música e o tempo do poeta da Vila, que é considerado um dos maiores mestres do samba.

 

Uma floresta encantada

Recebi do amigo Mauricio Cupello Peixoto

 

Em uma floresta encantada encontram-se criaturas das mais diversas características. Muitas delas seguem padrões muito bem definidos e outras, uma pequena parte, parecem não se encaixar.  Nesse ambiente selvagem destacam-se duas criaturas. Não é pela beleza de suas epidermes ou do alinhamento das cadeias politípicas de seus cabelos, mas se ressaltam pela a incrível capacidade de discussões sem sentido. Sentido pode ser muito lógico no campo da física e matemática onde são utilizados nos vetores mas até mesmo para eles, a resultante final pode puxar a todos envolvidos para uma resposta nem sempre desejada. Mas aqui é onde se encontra a graça dessa floresta: a permissividade da simultaneidade de questões subjetivas. Ora eu vivo, ora quero morrer, ora eu como, ora quero hibernar, ora corro, ora repouso, ora eu brigo, ora eu quero carinho. Ninguém quer ser louco, mas a loucura tem seu valor. O de enxergar o inexplicável, o imprevisto e até mesmo a escuridão. Não precisa ligar uma lanterna ou fazer uma fogueira, essa escuridão acaba confortando o espírito que se prepara e se direciona entre a impermanência e a solidez do acúmulo de respostas adquiridas durante essa caminhada solitária.

Outra pedra dessa floresta: quem disse que as repostas devem sempre existir? De repente devemos preparar nossa alma para se confortar com o acaso, mas estamos prontos para responder questões que antes nunca nos foram perguntadas? Bem, mas nessa floresta também existe a sombra das árvores. São nessas consequências físicas que a mágica pode ser mais do que observada. Nesse local o vazio passa longe. As dúvidas permeiam mas não conseguem entrar, os medos se transformam rapidamente em conforto e bem estar. Entretanto nada dura para sempre e a noite chega e leva com ela a sombra amiga. Assusta ficar sem ela. Talvez falta compreender o poder da noite, e onde toda essa mágica ainda pode estar.  Parafraseando Mario Quintana a sensação as vezes é que eu estava dormindo e me acordaram. Ao acordar encontrei o que muitos consideram um mundo louco e estranho, aquilo que para mim é a tal floresta mágica. Compreendê-la é o desafio, e por muitas vezes começo a fazê-lo um pouco, mas aí já é hora de dormir de novo.  Nossa,  isso cansa. Em uma preguiça que engana a gente. Bem o jeito então é aproveitar os dias, as sombras, pois a mágica aqui encontrada será ainda descoberta na noite. Durante esse período de transformação acredito nos versos do compositor Nando Reis, “Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace. Quando eu estiver louco, subitamente se afaste. Quando eu estiver fogo, simplesmente se encaixe. E quando eu estiver bobo, sutilmente disfarce. Mas quando eu estiver morto, suplico que não me mate não, de dentro de ti…”

 

Mauricio Cupello Peixoto

 

Psicanálise em Transmissão.

 

Compartilho o projeto de Carolina Moreirão, colaboradora do Blog.

Psicanálise em Transmissão

 

Lacan faz um convite à retomada ao ensino freudiano, com o objetivo de reler e acrescentar suas contribuições à teoria deixada por Freud. Nesse percurso, Lacan faz a sua transmissão da psicanálise a partir de Seminários, Escritos, através da televisão e da prática clínica. Propõe que o ensino da psicanálise não deve ser guardado para si, mas disseminado. “Uma coisa é certa: a transmissão da psicanalise é o que dela passa de um sujeito a outro sujeito” (QUINET, 2009, p. 53).

Com o intuito em disseminar o conteúdo da psicanálise, vamos aproveitar os recursos da contemporaneidade para fazermos essa transmissão, agora ao vivo, online, sobre um tema muito atual na nossa contemporaneidade: a transexualidade na psicanálise!

Essa é uma das propostas da página, transmitir a psicanálise de diversas formas!

https://www.facebook.com/Psican%C3%A1lise-em-Transmiss%C3%A3o-390634284604407/

 

 

 

 

Um método perigoso

O filme Um Método Perigoso traz à tona uma questão técnica e ética colocada por Freud em Observações Sobre o Amor Transferencial (1915), que seria quando a paciente se apaixona pelo seu analista. O filme mostra que a relação analítica entre Jung e Sabina passa também a envolver relações sexuais entre eles o que vai de encontro ao que é proposto por Freud. Este considera que o analista não deve satisfazer o desejo da paciente, portanto deve-se manter abstinente, o que Jung não faz, assim como também não deve recalcar este desejo, pois seria o mesmo que trazer um conteúdo inconsciente à consciência para em seguida recalcá-lo novamente.

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/uma-analise-psicanalitica-do-filme-um-metodo-perigoso/57521

Stylete lacaniano é uma revista digital da EPFCL Brasil.

Disponível a 10ª edição do Stylete Lacaniano!
Com artigos de Glória Sadala, Rosana Maldonado, Sheila Abramovitch, Márcio Brandão, Andréa Hortélio Fernandes e Fabiano Chagas Rabêlo. Na galeria de arte, José Alberto Nemer. Boa leitura.

https://www.stylete.com.br