XXXV Jornada de Psicanálise


A FALTA ESTÁ FAZENDO FALTA

Frente aos impasses da cultura do século XXI, com suas alterações na temporalidade e espacialidade, aos avanços tecnológicos e científicos, à diminuição do espaço privado em relação ao público, às mudanças dos valores morais e sociais, ao esfacelamento das certezas e ideologias, o homem desorientado, sem rumo ante as inúmeras opções que se lhe defrontam, procura o seu norte em caminhos rápidos ou imediatos com o objetivo de completude, prazer e promessas de felicidade.

Se a psicanálise, como um saber inacabado, implica numa falta a ser, se o ser humano é faltoso e incompleto num constante vir a ser, se o desejo se desdobra em falta e espera, se toda criação traz em seu âmago este espaço vazio  que  inspira e mobiliza, traz  os tropeços do real que invadem a cadeia significante, traz o real do corpo onde a angústia se instala, nos propomos e convidamos você  a discutir conosco o tema “A falta está fazendo falta”, título de um artigo publicado na Reverso 38, do saudoso psicanalista Antônio Franco Ribeiro, que inspira a próxima jornada do Círculo Psicanalítico de Minas Gerais.

SUB-TEMAS:

– Discurso do capitalismo e a promessa de felicidade

– Discurso do mestre e as religiões

– Discurso universitário e os imperativos do científico

– Tentativas de tamponar a falta: transtornos alimentares,  drogadição, consumismo material

– A angústia e suas manifestações na clínica

– Apagamento da subjetividade

– Inibição: depressão sem angústia

– O apagamento do desejo: depressões

COORDENAÇÃO

Carlos Antônio Andrade Mello
Eliane Mussel da Silva
Marília Brandão Lemos Morais
Suzanne Beaudette Drummond
Túlcia Vasconcelos Barros Poggiali
José Sebastião Menezes Fernandes- Coordenador
Vanessa Campos Santoro – Diretora Científica

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Sobre jorgesapia

Abduzido pela folia foi tentar entender esse fenômeno no bacharelado de Ciências Sociais da UFF e no Mestrado em Sociologia do IUPERJ. Com sua identidade secreta dá aulas de sociologia, cultura brasileira e Teoria Social do Carnaval em diversas instituições. Entre um semestre e outro, despede-se de seus alunos com um Meu Bem, Volto Já, saudação que acabou dando nome ao bloco que fundou no Leme. Durante o reinado de Momo compõe sambas para diversos blocos da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
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