Alá não é Deus. Uma reflexão sobre psicanálise e islamismo


Blog da Boitempo

Por Christian Ingo Lenz Dunker.

Em julho de 2017 estive em Manchester para um congresso sobre psicanálise e islamismo. A cidade no oeste da Inglaterra, abalada por um ataque terrorista poucos meses antes, parecia o cenário ideal para discutir as relações entre religiosidade e modalidades de sofrimento. Oportunidade que deveria ser obrigatória na formação de psicanalistas tanto por confrontar a relatividade cultural de seus próprios pontos de vista, quanto por testemunhar a força da universalidade clínica de sua prática. A própria “culturalidade” das diferenças de entendimento sobre a cultura – e, consequentemente, a “culturalidade” da teoria psicanalítica da cultura – configura o ponto de partida.

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Sobre jorgesapia

Abduzido pela folia foi tentar entender esse fenômeno no bacharelado de Ciências Sociais da UFF e no Mestrado em Sociologia do IUPERJ. Com sua identidade secreta dá aulas de sociologia, cultura brasileira e Teoria Social do Carnaval em diversas instituições. Entre um semestre e outro, despede-se de seus alunos com um Meu Bem, Volto Já, saudação que acabou dando nome ao bloco que fundou no Leme. Durante o reinado de Momo compõe sambas para diversos blocos da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
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