O Olavo do mercado

Desregulamentação, concentração da riqueza e pauperização da população no horizonte da terra plana.

Blog da Boitempo

Por Luis Felipe Miguel.

Nas eleições do ano passado, diante da inviabilidade eleitoral de seus candidatos, os grupos dominantes do Brasil se viram frente a uma encruzilhada. Podiam reabrir um caminho de negociações com o PT, que lançara um candidato presidencial mais do que palatável, Fernando Haddad, e assinalava com clareza sua disposição para pactuar um lulismo 2.0, adequado às condições adversas do pós-golpe de 2016. Esse caminho implicava restabelecer algum grau de vigência da Carta de 1988 e alguma moderação no frenesi pela destrutiva de direitos e de políticas de proteção social. A outra opção era apoiar um candidato destemperado e despreparado, notabilizado por seu discurso histriônico de apologia à violência e com notórias ligações suspeitas com grupos criminosos. A burguesia, as elites políticas tradicionais, a imprensa e as classes médias não titubearam e escolheram a segunda opção.

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La ESMA, lugar sin editar si los hay – Revista Haroldo

El último número de  la Revista Haroldo, publicación del Centro de Memoria Haroldi Conti, de Buenos Aires,  trae una matéria de Daniel Schiavi sobre el espacio de memoria y derechos humanos recuperado da  la Escuela de Mecánica de la Armada – ESMA.

La ESMA fue uno de los 364 Centros Clandestinos de Detención (Argentina). Los centros clandestinos de detención (CCD) fueron instalaciones secretas empleadas por las fuerzas armadas y de seguridad para ejecutar el plan sistemático de desaparición de personas implementado por la dictadura militar que ocupó el poder en la Argentina en Marzo de 1976.

La ESMA, lugar sin editar si los hay – Revista Haroldo

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Fonte: La ESMA, lugar sin editar si los hay – Revista Haroldo

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Um pulo pela arte abstrata: As 11 mais famosas do mundo.

Post interessante sobre arte abstrata. Espero que meus alunos de artes visuais aproveitem.

Artliteral

Olá meus belos!

Vamos seguir abaixo, com um pouco de arte abstrata. Movimento esse que eclodiu lá pelo começo do século 20, com o grande Wassily Kandinsky que foi professor da grande Bauhaus, como precursor. (o cara era fera!) Até onde sei o primeiro desejo dele era ser músico. Depois passou a investir no setor jurídico, profissionalmente. Mas abandonou, e se dedicou integralmente às artes plásticas. Mas ainda assim, a música em si lhe foi sempre fonte de inspiração forte na composição de suas telas (E que telas!) O abstracionismo, de longe, tem um lugar bem destacado nos meus gostos por quadros. Sinceramente, sou um completo apaixonado pelo estilo, total mesmo. Acho muito engraçado (não é ironia, ninguém é obrigado a gostar) quem diz “desde quando isso aqui é arte? Um emaranhado sem sentido de cores e rabiscos!” Hahaha! É realmente complexo no sentido visionário, e requer uma certa sensibilidade…

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Giorgio Agamben. Deus não morreu, ele tornou-se dinheiro.

https://www.revistaprosaversoearte.com/giorgio-agamben-deus-nao-morreu-ele-tornou-se-dinheiro/

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Teoria da evolução pré Darwin.

https://bbc.in/2F7l02r

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O impacto do ensino da arte (ou a falta dele) na percepção do mundo.

Camille Paglia

“A arte é o casamento do ideal é do real”.

https://bit.ly/2ym6QdL

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MULHERES COMPORTADAS NÃO FAZEM HISTÓRIA: Assista ao curta-metragem documental filmado no 8M Goiânia || “O feminismo é pra todo mundo.” Bell Hooks

Compartilho esse importante post publicado pela A Casa de Vidro, blog que recomendo vivamente.

A CASA DE VIDRO

“A Liberdade é uma luta constante.”
Angela Davis

“Eles combinaram de nos matar, mas nós combinamos de não morrer.”
Conceição Evaristo

“Quando Marielle Franco morreu”, diz a advogada e ativista Sara Macêdo Kali, “fizemos um compromisso de que seríamos semente”. Cerca de um ano após o assassinato da deputada do PSOL e seu motorista Anderson Gomes, tanto o 8M quanto o 14 de Março levaram às ruas do Brasil (e do mundo) a estrondosa e multidiversa voz destas coligações-de-sementes que garantem: Marielle vive, Marielle presente!

O Dia Internacional das Mulheres foi mobilizado não só pela memória de Marielle e pela demanda de justiça (afinal, apesar da prisão dos assassinos, a pergunta que não quer calar permanece: quem mandou matar, e porquê?), mas pela denúncia da opressão de gênero e pelos alarmantes índices de violência contra as mulheres: o Brasil registrou 60.018 casos de estupro em 2017, o que corresponde…

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