Sítio Burle Marx. Rio de Janeiro. Brasil

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A vida pra mim.

Produção na quarentena. Voz, violão e smartphone.

Bom dia! Samba em parceria com meus queridos Mariozinho Lago e Marcelo Menezes

E se puder dá uma força se inscrevendo no meu canal

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VIDA BOTEQUIM

Jorgito Sapia Mariozinho Lago e Marcelo Menezes

A VIDA PARA MIM

É UM BOTEQUIM

PORTAS ABERTAS

E O BALCÃO A CONVIDAR

É SÓ CHEGAR   

E SE JUNTAR À PAISAGEM

DAS HISTÓRIAS DE PASSAGEM

NO VAI E VEM DO BAR

TEM QUEM CHEGA

PEDE UMA

DÁ PRO SANTO

NESSE ENCANTO A ALMA VOA

O TEMPO PASSA                                      

CORAÇÃO VAI RINDO À TOA

TEM SEMPRE QUEM TRANSFORMA A SAIDEIRA

NUMA DOCE COMPANHEIRA

ADIANDO A HORA DE PARTIR

ASSIM É PARA MIM

A VIDA BOTEQUIM

ME ABSOLVE

E PRA RESISTIR

MAIS UMA DOSE

QUE É PRA NÃO CAIR

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Sitio Burle Marx. Rio de Janeiro. Brasil

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Sitio Burle Marx. Rio de Janeiro

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O Sítio Roberto Burle Marx é um Centro de Estudos de Paisagismo, Botânica e Conservação da Natureza inserido em uma região de vegetação nativa do Maciço da Pedra Branca, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

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Residência de Burle Marx de 1973 até 1994, ano de sua morte, o sítio é hoje uma unidade especial vinculada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Detém um acervo botânico e paisagístico que inclui cerca de três mil e quinhentas espécies cultivadas, com ênfase em plantas tropicais autóctones do Brasil. Reconhecido como uma das mais importantes coleções de plantas vivas existentes no mundo, testemunho das profundas alterações sofridas pela natureza no país.

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Ao longo do ano são realizadas diversas atividades culturais como concertos, jornadas, exposições; recebe escolas e grupos para as visitas mediadas; realiza seminários de educação ambiental voltados aos projetos educativos das escolas da região de Guaratiba.

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Não gosto de manual.

Detesto manual. Gosto de muitas coisas, mas detesto manual. Tento sempre deixar isso muito claro para evitar qualquer desentendimento. Nas redes de relacionamento, por exemplo, meu perfil é transparente: gosto de canto orfeônico; de harpa; de ler, antes de dormir, algumas páginas de Os Lusíadas, de Camões. Gosto de caminhar na orla de Copacabana sábados e domingos à tarde, tomando a precaução de ligar a TV, antes de sair de casa, sintonizada no programa do Faustão. Acho que isso serve para deixar claro meu gosto pela cultura popular.  Adoro, também, acordar as quatro e meia da madrugada para espiar o nascer do sol, principalmente em dias nublados.

Como podem ver, gosto de muitas coisas e não quero me estender na descrição dos meus gostos pois, como deixa a claro a sabedoria popular espanhola, “Para muestra, un botón sirve”.

Mesmo com essa clareza e essa transparência devo confessar que até agora não rolou em meus perfis, nem um like, nem um crush sequer. Imagino tratar-se de algum problema de conexão. Só pode ser. Agendarei, para depois da pandemia – se tiver depois -, com minha operadora para verificar a conexão. 

Não sei por que peguei esse desvio. Gostaria de voltar ao caminho principal: detesto manual. Lembrei disto porque, ontem, consegui acertar o relógio que fica na mesa de cabeceira e que estava, faz tempo, atrasando muito. Nestes tempos em que nos urge ir para a frente, relógio que atrasa não adianta, como bem sabemos ao olhar para o governo nacional.

Lembro de ter saído uma manhã para caminhar com uma ideia fixa na cabeça: comprar um relógio digital de pilha. Pra quê? Vocês podem perguntar. Pra que um relógio em tempos de smartfone? Pois bem, lá fui eu as compras. Na loja, percebi que o relógio iria causar problemas quando pedi ao vendedor para dar uma olhadinha no produto. O fato é que o relógio, que não mexia com meu bolso, mexeu com meu coração. Não sei se era a coisas como essas que Blaise Pascal se referia quando falou que “o coração tem razões que a própria razão desconhece”. Preciso investigar.

O fato é que resolvi comprar e pedi gentilmente ao vendedor que me ensinasse o funcionamento do aparelho. Ele tirou o manual da caixa e, antes de começar a ler, falou sorridente: fácil, fácil. Aberta a folha do manual – descobri depois que estava em chinês e francês – o vendedor, descendente de coreanos, dobrou a folha e a guardou novamente na caixa, começando a mexer nos cinco botões do relógio: Mode-Set-Up-Down-Timer e S/C.

Levou, no relógio, 23 minutos para acertar as horas. Lembro que me entregou o produto com um sorriso amarelo que impediu que eu fosse a procura de um outro mais simples.  

Faz tempo tirei as pilhas do bicho que continuava atrasado desde a última vez que tentei acertar as horas. Agora, com tempo livre, resolvi colocar muitas coisas em dia. O relógio foi uma delas. Vamos combinar que hoje não dá para ficar cantando RELOJ, bolero imortalizado por Armando Manzanero, lembram dele?

Reloj no marques las horas
Porque voy a enloquecer
Ella se irá para siempre
Cuando amanezca otra vez

Pois bem, para evitar qualquer outro desvio comento que a tarefa que me propus não foi fácil. Depois de muito pensar e de manusear inutilmente os botões (Mode-Set-Up-Down-Timer e S/C) deu um estalo e resolvi tirar as pilhas do relógio. Sem pilhas, com o relógio na mão, sentei a frente do meu laptop e, com o meu smartphone ligado, esperei pacientemente dar as 12 do meio dia.

Quando o 12:00 apareceu simultaneamente em ambas telas, coloquei as pilhas e Splish splash! A luz se fez e, agora, sem necessidade da leitura do manual, o relógio está perfeitamente coordenado com o resto dos aparelhos. Qual a importância disso? Não sei mas peço que, por favor, não peçam para acertar o dia, o mês e a temperatura. Grato.

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Pôr do Sol.

Travessia pelo rio Manguaba. Porto de Pedras. Alagoas
Travessia pelo rio Manguaba. Porto de Pedras. Alagoas
Belém do Pará. Rio Guamá
Algodoal. Soure. Marajó
Búzios. Rio de Janeiro
Algodoal. Soure. Marajó
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PRAIA DO PESQUEIRO. SOURE. MARAJÓ.

Localizada na foz do Rio Amazonas, A Praia do Pesqueiro localizada na foz do Rio Amazonas, no município de Soure, na Ilha do Marajó, está a pouco mais de dez quilômetros do centrinho da cidade. 

Com quase quatro quilômetros de extensão, combina areias brancas e finas, dunas e águas que variam entre doces e salobras.

Pesqueiro e dunas ao fundo.
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