Cabelos. Arte de rua.

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Samba do Meu Bem. Carnaval 2020.

Samba do Meu bem em primeira mão.

Bloco Carnavalesco Meu Bem, Volto Já!

Carnaval 2020 Meu Bem, Volto Já!    120 da FIOCRUZ

Contra essa covardia, saúde, ciência e alegria.

Carlinhos Fidelis, Djalma Jr, Guilherme Sá, Jorgito Sapia, Marcelo Carvalho,

Ramiro Soler e Ricardo Mello

Manda essa zika pra lá

É fogo na mata é óleo no mar

E as pragas que assolam o país

O tal messias, o bispo e o juiz

A cura para essa pandemia

Saúde, ciência e alegria

Meu bem, alô meu bem

Você pode não saber

A Fiocruz vive dentro de você

Eu leio Marx, encontrei Jesus

Mas quem vacina e Oswaldo Cruz

 

Inoculado

Ninguém vai me segurar

Se a terra é plana

Me diz como vou voltar?

Help! John Lenin! Help! John Lenin!

Help! John Lenin! Água!

Quem privatiza acaba duro

Sem direitos não há futuro

Se o vírus do Ipiranga te pegou

Saiba que há vacina pra esse mal

Ódio não vence o amor. Amor!

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Bateria do Meu Bem: detalhes.

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Queridas baianas.

Saúde, ciência e alegria é o enredo do nosso carnaval em 2020. Homenageamos os 120 anos da FIOCRUZ, instituição central no projeto de construção de nação hoje seriamente ameaçado pelo obscurantismo presente, não só nos três poderes, como em boa parte da sociedade.

Pasmos, sem reação aparente no último ano, assistimos o desmonte do país com um que de incredulidade, procurando alguns sinais que nos ajudem a despertar deste pesadelo.

Como muitos de nós, acredito ser o tempo do carnaval um tempo de despertar. Acredito na importância dos afetos, na alegria como potência e na cultura popular como fonte de transformação da realidade.

Como muitos, espero com ansiedade a performance da Estação Primeira de Mangueira na avenida defendendo um enredo provocador e, imagino, redentor. Muitos de nossos amigos e não poucas baianas vão desfilar cantando, em feitio de oração, a beleza do samba de Manú e Máximo. A cada frase um despertar, um recado, uma ponte, uma esperança.

Como muitos esperamos e lavamos a alma nos desfiles do Imprensa e no renovador Escravos da Mauá. Espero que a experiência possa se repetir no Meu Bem.

O enredo deste ano resultou de uma divertidíssima conversa com Carlinhos na feirinha da General. Daí para firmar o enredo e de realizar o sonho de Janete Duarte de desfilar na Atlântica com os Discípulos de Oswaldo fui um pulo, dez cervejas e duas caipirinhas. Ah sim, fizemos um refrão que nos fez rir muito, mas que não foi aproveitado. Por sinal Janete, funcionária da Fiocruz, é a autora do samba deste ano dos Discípulos. Tive a honra de fazer parte do júri que o escolheu, mas essa é outra história que, certamente, Carlinhos poderá contá-la melhor que eu.

De olho no rodopio gostaria de encontrá-las novamente em 2020 e, como de praxe, sabedores todos que as baianas tem vida própria e que seu destino é rodopiar quem não conseguir desfilar pode colocar a fantasia na roda para que elas possam evoluir em outros corpos e em outras almas que, com certeza, vão ajudar no “samba que é uma reza pela força que ele tem”.

Bom carnaval para todas.

Evoé.

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O carnaval chegou!

Sempre que comento que vou pro bloco Meu Bem, Volto Já, nego me olha com um sorriso maroto e diz: “sei, só vai voltar na quarta-feira”.

A frase, associada no imaginário popular com algum tipo de armação, deu nome ao bloco que desfila no Leme, terça-feira de carnaval.

Qualquer leitor conhece, com certeza, alguma situação na qual a frase se torna síntese. Abundam, sem trocadilho, histórias de fulano que foi à padaria e só voltou   três dias depois; ou sicrano que foi comprar cigarros na quinta, cruzou com uma loura distinta e só voltou na quarta-feira e, claro, muitas outras variações sobre o mesmo tema.

Como o voltar já, é uma coisa da ordem do atemporal, criam-se situações constrangedoras com desfechos previsíveis, e aí é que o barraco desaba.

 No carnaval então, a frase é moda. Talvez por isso, o Meu Bem, tenha vindo para contribuir na solução das situações embaraçosas criadas pela diferença entre o volto já de quem vai e o volto já de quem fica. Sendo assim, parece que se trata de um bloco que, pasmem, já vem com álibi.

Mas nem tudo é drama. Os foliões do carnaval de rua da cidade, por exemplo, voltam sempre, para desfilar nos blocos que foram surgindo desde a segunda metade da década de oitenta: Ansiedade,  Suvaco de Cristo, Imprensa que eu Gamo, Escravos da Mauá, Carmelitas, Que Merda é Essa? Barbas, Bloco de Segunda, Barangal e por aí afora.

No carnaval, a frase é mato. Apesar disso, durante o reinado de momo, há uma taxa de retorno significativa. Pelo menos é o que mostra uma turma de uma meia dúzia de quinhentos, que alguém chamou   de fundamentalistas do prazer.  São onipresentes, estão em todos os ensaios, rodas de samba, lançamento de camisetas, escolhas de samba e, claro, nos desfiles. Voltam sempre e com um sorriso no rosto, demoram talvez, o tempo necessário para trocar a fantasia ou camiseta ou que dá quase no mesmo. Enfim, é a turma que esta pro que der e vier, e, se vier e der, melhor ainda.

São os cariocas por definição.

Este ano voltamos para saudar os 120 anos da FIOCRUZ. Evoé!

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Baile à fantasia.

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Desobediencia civil

Haiku es mierda

desobediencia civil

Muchas son las maneras que se han propuesto para luchar contra el totalitarismo, una de ellas es la desobediencia civil. Pero, ¿cómo funciona la desobediencia?, ¿es simplemente no hacer lo que el régimen diga? Y, si solo es eso, ¿por qué es tan difícil de aplicar?

Cualquier poder político (democracia, monarquía, dictadura) descansa en encontrar obediencia entre sus miembros. Este comportamiento se da cuando esta obediencia se repite en el tiempo, convirtiéndose en costumbre.

La mayoría de las personas cumple la ley todos los días de forma voluntaria y pacífica, no porque conozca el texto legal y haya estudiado su régimen sancionador, sino por mera costumbre. El edificio del Estado moderno pende enteramente de una gran rutina de observación de las leyes o la observación de su incumplimiento.

Este consentimiento de obedecer al poder político es tácito, se normaliza, se convierte en natural nuestro rol. Por lo cual la sublevación…

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