Poesia, a força da periferia.

No dia internacional da poesia compartilho o trabalho de um coletivo que vem fazendo a diferença. Tinha me assomado a esse universo pela mão de Maria Vitoria que mostrou no seu Blog: https://aestranhamentee.wordpress.com/2017/02/27/poesia-marginal/  uma poesia potente.  Descobri, transitando na rede, a página Slam Resistência  Segue o contato e uma das apresentações.

Abraços

https://www.facebook.com/slamresistencia/

Slam Resistência Surgiu no fogo da poesia envolvida nas lutas sociais! Rimando fatos que não rolam no fantastico , mandando ideias de #FOGO contra esses papos de plástico . Podemos considerar as revoltas sociais que concorrem para a mudança do panorama social como uma cirurgia necessária, a fim de depor os regimes totalitarios e seus representantes e , em esfera mais ampla,extinguir o tipo de politica que engendra o padrão atual de governos e governantes.Trata-se de uma cirurgia de erradicaçao de políticos de baixo nivel, nocivos as coletividades e ao nosso nivel evolutivo.O Slam ResistEncia surgiu desse Abençoado fluxo humanitarista de ativistas e de enfrentamento politico.
( Del Chaves ) ArtGif : #Oriundo

Por Alvaro Bianchi / “A publicação do Dicionário gramsciano é um estímulo ímpar para a reabertura do laboratório gramsciano. Para um público de especialistas, esta obra fornece um importante ponto de partida, contribui para difundir as pesquisas filológicas e permite trabalhar com o léxico do autor de maneira mais homogênea. Mas a obra destina-se também a um público mais amplo, interessado nas ideias do autor e atento ao uso que é feito delas no debate político contemporâneo. Trata-se, assim, de uma ferramenta única de trabalho e um livro de consulta permanente. É uma iniciativa editorial ousada, cujos efeitos ao longo do tempo serão certamente notados.”

via Alvaro Bianchi apresenta o Dicionário gramsciano — Blog da Boitempo

http://www.freudonline.com.br/livros/volume-14/vol-xiv-12-sobre-a-transitoriedade-1916-1915/

FREUD, S.

SOBRE A TRANSITORIEDADE (1916 [1915])

Este ensaio foi escrito em novembro de 1915, a convite da Berliner Goetherbund (Sociedade Goethe de Berlim) para um volume comemorativo lançado no ano seguinte sob o título de Das Land Goethes (O País de Goethe). Esse volume, produzido com esmero, enfeixava grande número de contribuições de autores e artistas conhecidos, passados e atuais, como von Bülow, von Brentano, Ricardo Huch, Hauptmann e Liebermann. O original alemão (exceto o quadro que apresenta dos sentimetnos de Freud sobre a guerra, que estava então em seu segundo ano) constitui excelente prova de seus poderes literários. É interessante notar que o ensaio abrange um enunciado da teoria do luto contido em ‘Luto e Melancolia’ (1971e), que Freud escrevera alguns meses antes, mas que só foi publicado dois anos depois.

POESIA MARGINAL

Maria Vitoria abriu frestas, portas e janelas para a poesia marginal contemporânea. Agradeço e compartilho.

Estranhamente

Há tempos, bem sabemos que a poesia é mais do que versos, estrofes, métricas, redondilhas, decassílabos, simétrica, lírica e por aí vai…

Bem sabemos também que todos os loucos são poetas e que todos os poetas têm um tanto de artista. Mas, o que vem a ser de fato poesia? Poesia falada? Poesia escrita? Poesia marginal? Poesia?

Pensando em poesia, há tempos ando rondando as rodas poéticas periféricas, atrás de um tiro no peito. Já que sou dura como rocha e fria como gelo. Assim sendo, creio eu de forma convicta que as periferias têm muito mais poesia do que as páginas de um livro antigo e extremamente aplaudido. Veja bem, não desmereço, nem ao menos faço pouco caso dos grandes poetas, muito pelo contrário, eu os venero, afinal, os grandes foram mares para minhas braçadas tão pequenas. Mas, nos tempos da famigerada ”GERAÇÃO WIFI”, muitos artistas…

Ver o post original 370 mais palavras

Pela defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito

A festa é boa para pensar

Pela defesa da Constituição e do Estado Democrático de Direito

Li algumas páginas da delação premiada do Delcídio Amaral. Surpresa pouca a não ser o fato de vir à luz a participação da oposição mais ativa na ação de desestabilização do governo desde que o resultado das urnas foi publicado.

É provável que alguns dos fatos relatados não correspondam à verdade, mas a amplitude e publicidade da delação vai balançar o sistema partidário. Some-se a isso a crise de representação evidenciada nos movimentos de 2013 e na rejeição do Áecio, Alckimin e Marta ex-Suplici pelos manifestantes pró-impeachement em São Paulo, para visualizar que o quadro que se apresenta, no futuro mediato e imediato, seja tão desolador quanto o Campos de trigo com Corvos, de Van Gogh, que se materializou no último carnaval carioca de rua pela reinterpretação esperançosa do amigo Betuca no Bloco de Segunda.

Espera-se – e isto…

Ver o post original 289 mais palavras