A arte de Yulia Brodskaya

Com papel colorido em punho, a ilustradora Yulia Brodskaya criou retratos tridimensionais impressionantes, que refletem a beleza encontrada na velhice. Ao lançar mão de uma técnica de artesanato chamada quilling (arte que utiliza tiras de papel ou filigrana), a artista russa concentrou-se nos tons de pedras preciosas que, por sua vez, também serviram de título para suas obras. São elas: jade, topázio e Ametista.

 

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Gentileza  

Art Attack: ilustração e arte
O melhor da arte e do design em suas várias formas e manifestações

“LUTE COMO UMA MENINA!” – Mulheres em defesa da educação pública [Assista ao documentário na íntegra!]

Bom dia. Compartilhando o documentario “Lute como uma menina” disponibilizado por #acasadevidro

A CASA DE VIDRO.COM

lute“LUTE COMO UMA MENINA!”
Direção: Flávio Colombini e Beatriz Alonso

“O movimento que abalou São Paulo em 2015 é a inspiração do documentário Lute como uma Menina, concluído no início deste ano e agora disponível no Youtube. O ativismo autônomo dos secundaristas, não ligados a organizações tradicionais, obrigou o estado a recuar da imposição de um projeto de “reorganização” que implicaria fechamento de centenas de salas de aula e levou à queda de um secretário da Educação.

Iniciadas em 9 de novembro de 2015 – nas escolas estaduais Diadema, no ABC Paulista, e Fernão Dias, na zona oeste da capital –, as ocupações que alcançariam mais de 200 escolas públicas tiveram como particularidade a força das jovens secundaristas, que despertaram atenções para um feminismo rejuvenescido. A energia do movimento e das jovens mulheres que o protagonizaram são as matérias-primas do filme produzido por Beatriz Alonso e Flávio Colombini.

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O ano do sutiã

Com enorme prazer apresento o Blog de Marceu Vieira.

marceu vieira

Apesar da violência
que há pouco se fazia,
tirando da presidência,
também por misoginia,
uma mulher inocente
pra botar no seu lugar
aquele… o Primeiramente,
já se pode afirmar
que dois mil e dezesseis,
muito embora tão mofino,
ressalvada a estupidez,
foi um ano feminino.

A América do Norte,
de forma surpreendente,
com mais um pouco de sorte,
teria mulher presidente.
Tudo bem que não venceu.
Mas, pela primeira vez,
à Casa Branca dos “reis”
uma mulher concorreu.
No Paraná, houve um show:
defendendo sua ideia,
uma estudante calou
deputados na Assembleia.

Seu nome é Ana Júlia,
como aquela da canção.
Desafiou a tertúlia
e falou da ocupação
de escolas país afora.
Foi um grande zunzunzum.
A menina gritou: “Fora
a PEC Dois Quatro Um!”
E os exemplos de brio
das mulheres foram vários.
Aqui, nos Jogos do Rio,
brilhou a Simone Biles.

Em novembro (seis, o dia),
quase duzentas…

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Sobre a sociedade do desempenho. Flexibilização do trabalho e domesticação do corpo.

Compartilho a coluna de @Eliane Brum

Exaustos-e-correndo-e-dopados

Na sociedade do desempenho, conseguimos a façanha de abrigar o senhor e o escravo no mesmo corpo

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/04/politica/1467642464_246482.html